sábado, 3 de janeiro de 2009

Eu sei que voces gostam!!

Pah pra ajudar a tirar o la toilette da merda, com mais merda claro! Fica aqui um belo video pra nao dizerem que eu nao posto nada =P


sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Crónicas do torpedo perdido Ep.2

Após uma viagem atribulada através da canalização do condomínio do seu progenitor, o nosso protagonista chegou finalmente aos esgotos municipais. A sua consistência fez com que sobrevivesse à viagem, ainda bem que o seu criador comia muitas fibras. Ainda dorido de todos aqueles cotovelos e quedas acentuadas o neófito dejecto pensou pra si mesmo.

"Quem sou eu?"
"O que sou eu?"
"O que faço aqui?"

Dúvidas semelhantes a qualquer doente de Alzeimer dirá o leitor. Mas estas dúvidas colocam uma questão pertinente na vida de qualquer excremento com um mínimo de self-awareness.
"O que fazer após ser flushed? Será que a minha existência acaba no momento em que entro nos esgotos municipais? Será que deixo de ser um índividuo e passo apenas a ser mais um contribuinte de bactérias mortas a toda uma parafernália de caca que deriva sob a civilização do Homem?"

Para começar. Um índividuo precisa de ter um nome. Algo que o distinga. Algo que o defina! Algo que faça com que ele mesmo se identifique como o dejecto mais aerodinâmico a viajar plos anais da história (literalmente)!

"O meu nome será Clódio! Para os amigos Cló Cló!"

Neste momento Clódio ergueu os seus braços imaginários e gritou para todo o esgoto.
"Eu sou o Clódio! O torpedo mais veloz dos esgotos municipais!"
Apenas eco respondeu. Clódio sentiu-se só. Agora que se definiu queria mostrar a alguém a maravilha que era ser ele. Para responder às suas preces de repente apareceu uma esfregona (mas sem o cabo) que tinha sido despejada por engano na sarjeta, fazendo com que um belo restaurante perdesse um dos utensilios de lavagem de tachos e consequente fecho pela ASAE.
Clódio "Olá!! És tão cabeluda!! Nunca vi tantos cabelos desde os pilos do intestino grosso!"
Maria "Olá! Então não vês que sou uma esfregona?! Ainda tenho aqui o cheiro a líxivia e tudo!"
Clódio "Como te chamas? Eu sou o Clódio, mas podes-me chamar Cló Cló."
Maria "Cló Cló? Eu sou a Maria, mas podes-me chamar Mama."

Ficaram a sorrir um para o outro com os seus labios imaginários. Os lábios de Cló eram carnudos e de tez castanha, "apetitosos" pensava Mama.

Após uma crise existencial o nosso neófito Clódio encontrou uma amiga. Que outros seres estranhos e bizarros encontrará o nosso querido projectil?

Não percam a próxima sessão da nossa saga...

As crónicas do torpedo perdido

Crónicas do torpedo desaparecido

Uma bela noite de Outono, após um árduo dia de trabalho. Alguém decidiu descarregar as suas preocupações no belo recanto conhecido por "Casa de Banho". Esse mítico lugar onde todo o herói se caga e todo o fraco faz força.
Esse pobre coitado, já vinha a aguentar as suas preocupações há já algum tempo, pelo que quando foram libertadas saíram com uma pressão extra apenas comparavel à força que os mexicanos fazem contra os muros dos EUA. O que lhe aconteceu a seguir para sempre lhe mudou a forma de encarar a vida. O projéctil disparado pelo seu recto era de tal forma aerodinâmico que o seu mergulho na água da vida foi disfarçado pelo barulho do peido propulsor. A sua incrível hidrodinâmica fizeram o dito defecamento viajar directamente pelo sifão, não perdendo tempo a tagarelar com os outros borralhos que se encontravam na latrina.
O trabalhador humano e simples ao levantar-se para apreciar o seu mais divino trabalho deparou-se com um torpedo desaparecido! Fosse ele da CIA e pensaria que tinha sido o Ahmadinejad a roubar-lhe o belo dejecto! Indagou-se por algum tempo, mas após a limpeza das suas traseiras a mais não se preocupou.

No entanto... o torpedo continuou a sua viagem...
Que aventuras acontecerão com este dejecto tão aerodinâmico como o novo Boing?
Encontrará a felicidade no País dos Autoclismos?
Será que vai encontrar o verdadeiro amor!?

Não percam... esta noite ou noutra qualquer...

As crónicas do torpedo desaparecido!

/introduzir genérico duma novela mexicana

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Um poema!

Encontrei este poema e resolvi partilhar com vocês:


"cócó que me sais do cú
porque tão sujo és tu?
não precisavas de me sujar
assim nem teria do cú limpar
seria tempo poupado
e o cu sempre num bom estado
às vezes és liquido demais
outras tão grosso que nem sei como sais.."


by: Anónimo

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

o tampo da sanita

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

O busílis da questão

Certamente ainda não terá passado pela mente do leitor uma das perguntas mais fulcrais em toda a existência do sexo. Essa pergunta deve ser colocada entre os parceiros antes de qualquer sessão desse belo, nobre e divino acto do sexo oral.

"Querida, limpas o cu pra frente ou pra trás?"

sábado, 13 de outubro de 2007

Uma lição de técnica

Quem nunca foi a uma casa de banho, pública ou privada, conhecida ou desconhecida e se deparou com um problema que acompanha a história das latrinas da mesma maneira que a sifilização acompanha a civilização? Este problema é aquela incómoda ocorrência do "Splash" do dito Turd na bela da água que em grande parte das situações dependendo obviamente do volume do excremento e da velocidade de projecção acaba por molhar as nalguinhas do usuário da latrina.

Ora, talvez já saibas, talvez ainda não. Mas sinto que é um dever partilhar algumas técnicas para evitar tais desagradáveis situações.

A técnica mais fácil e mais comum e de longe a mais confortável é a chamada técnica do Hovercraft. Ora essa técnica consiste em dobrar algum papel que é cuidadosamente colocado na superfície da água, de forma a servir de almofada ao projéctil que mais tarde será expelido juntamente com um sonoro "AHHH que alivio".
Tem como desvantagens o grande consumo de papel a longo prazo, que ao fim de 1 ano ou seja de n defecações o equivalente a um hectare de floresta tropical.
Andamos a apaparicar os nossos projécteis com as casinhas dos canários!

A segunda técnica mais conhecida é usada mais comunmente em situações de escassez de papel ou porque simplesmente a rádio da WC está a passar Buraka Som Sistema e ficámos com vontade de dançar um pouco de Kuduro progressivo enquanto exorcizamos as nossas vontades.
Chama-se a técnica do abananço lateral como exemplificado na figura e consiste em desviar a trajectória do projéctil através da aplicação de um movimento tipo chicote no preciso momento em que este é lançado. Tem como desvantagens a implicação do uso do piaçaba visto que a consequencia principal é o impacto nas paredes de modo a minimizar o dito Splash.


A terceira e última técnica hoje apresentada será a técnica do abananço frontal. Tem as mesmas origens que a anterior mas advém da zona latina da europa em que o Julio Iglesias tem que demonstrar a sua masculinidade e vontade "HMPFHH" projectando a pélvis frontalmente em tom de chicote no culminar do acto.
As pessoas que os têm descaídos poderão achar desconfortável o facto do projéctil poder embater com todo o seu esplendor com aquilo que os define. Será algo como uma experiência de redifinição existencial suponho.
E daí talvez não.


PS:
Splash é o termo técnico para quando um excremento embate de chapão num liquído sendo comum que seja água.
"HMPFHH" descreve aquele sentimento em que te viras para alguém e lhe dizes frontalmente "Dava-te uma valente queca".